Um amor maior.

4 comentários:

Juliana Gonçalves. em 12 de dezembro de 2013 00:39

Que coisa linda!

Me lembra de uma amiga, na verdade duas. Eu não me vejo nesse texto, por mais coração mole que eu tenha, eu preciso não me apaixonar, ou se me apaixonar sofrer só. Eu ainda tenho a mente ignorante, porque acho, que não é nem o fato de ser mãe solteira, mas sim, saber o pai que vai ter aquela criança.

Meu maior medo, não é engravidar agora [tudo bem que isso nunca vai acontecer comigo, infelizmente], mas seria ser mãe solteira, ou algo assim, tenho pavor de saber que uma criança cresce sem o amor de um pai.

Adorei, adoro esses textos que aparece no cotidiano, mostra algumas realidades, e além disso é encantador e me fez chorar, como tudo que me emociona.

Beijos.

Yama em 12 de dezembro de 2013 14:48

É difícil ser mãe solteira, mas realmente, deve ser mais difícil crescer sem o amor paterno. Fico imaginando a criancinha vendo todos os amigos com pai e mãe e ele só com a mãe, deve ser muito triste.

Tentei, novamente, escrever um texto na ótica feminina, até porque é mais difícil pra mim apesar de entender bem as mulheres. =)

Beijão

Roberta Zanatta em 13 de dezembro de 2013 01:32

Estava ausente deste pedacinho de algum lugar da internet que eu gosto tanto, devido a probleminhas no meu not e na minha conta do google. Mas voltei e estou ansiosa para ler cada coisa que você publicou.
Bem referente a este conto é algo que me deixa bem emocionada. Cresci sem nunca ter convivido com meu pai no dia-a-dia e raramente o via.
Realmente é muito triste ver todos os amiguinhos com o pai e não ter o seu presente, principalmente em datas comemorativas...
Até hoje o procuro e não tenho sucesso na minha procura. Porém eu faço a minha parte ( só não sei até quando também)
Yama cada vez que você escreve algo, atinge alguma pessoa de forma positiva. Até hoje me lembro de algo que escreveu pensando no seu pai (que na minha opinião foi a coisa mais bonita que já vi por aqui) e desde aquele dia resolvi ser mais ativa com as pessoas da minha família e decidi dar atenção ao meu pai, mesmo que ele não fosse recíproco.
Esta categoria me fascina demais
E como sempre: Adorei cada linha.
Beijos

Yama em 16 de dezembro de 2013 14:17

Percebi sua ausência, se bem que também não andei escrevendo muito nesses últimos tempos. Não por falta de tempo. =(

É muito triste não ter a presença constante do pai, aquele acompanhamento gostoso de cada etapa de sua vida, principalmente quando você começa a entender o que é a vida.

Fico feliz em saber que atinjo alguém, seja da forma que for. =)

Beijão e muitíssimo obrigado.

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