Pessoas.

Vai ser ruim assim na casa do caralho!

Algumas pessoas entram na sua vida por acaso, se não fosse por aquele instante, talvez nem teria conhecido alguém que poderia mudar as coisas. A maioria das amizades, pelo menos as que se mantém por um bom tempo, normalmente agregam algo a sua vida. Aprendemos muito com o convívio, seja diário ou apenas em finais de semana, mas as pessoas que nos cercam normalmente nos ensinam muitas coisas ou nos fazem desenvolver certos sentimentos que talvez não fôssemos capazes de sentir sozinhos.

Só não compreendo aquelas pessoas que além de não agregar nada, ainda fazem questão de destruir. Por quê? Quem não consegue ser gentil, prestativa e nem sabe conversar, serve para quê? Talvez seja um castigo, talvez um pesadelo, talvez esteja pagando por vidas passadas, porque aguentar pessoas como essas é uma missão quase impossível.

Muitos aturam por serem pessoas da família, pai, mãe, irmãos, sobrinhos, filhos... Mas em alguns casos nem mesmo o grau de parentesco forte serve para ajudar a superar essas pessoas.

Quem não sabe lidar com pessoas, como é o meu caso, deve ficar calado nos momentos em que está emputecido. Acredito que seja melhor ficar calado do que maltratar quem não tem nada a ver com a situação que te deixa extremamente raivoso. Infelizmente não existe uma vacina para esse tipo de situação, mas ficar calado não precisa de muito esforço. Responder de forma mal-educada aqueles que tentam te ajudar não é algo muito sensato, afinal de contas, quem se importa sempre perguntará o que acontece com você.

O mais engraçado é a cegueira desse tipo de pessoa, nunca enxergará que está errado ou que fez algo sem sentido. Nunca compreenderá o motivo que leva outras pessoas a ficarem emputecidas com ela, simplesmente acha que é um complô contra sua falta de sorte. Bom, queria me prolongar mas não estou colocando muito bem as ideias, talvez este texto esteja completamente desfocado, sem lógica, mas foi apenas um desabafo de quem gostaria de acabar com o mundo por alguns instantes.

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