Ideias? Onde?

Sabe o que é isso?

É algum complô os números começarem a subir assim que anuncio o fim do vlog? O número de inscritos aumenta todos os dias, pouco, mas aumenta. O número de pessoas na fan page aumentou depois de uns três meses oscilando sempre próximo dos 400 e alguma coisa. Parece até músico que faz sucesso após sua morte, com a diferença que ainda estou vivo. Por que toda essa galera não se inscreveu enquanto eu fazia vídeos?

Para entrar para teoria da conspiração, meu HD Western Digital, com menos de um ano de uso, resolveu ir pro saco, morreu, do nada. A parte que me faz pensar em uma conspiração, essa era o HD onde estava todo o material do vlog. Assim que o Windows fez o favor de avisar que havia um possível problema com ele, tive que perder diversas outras informações para tentar copiar meus trabalhos para uma outra partição em outro HD. Quem disse que ter seis HDs te livra de ter que mover arquivos de um lado para o outro.

Raiva?

Antes do pôr-do-sol.

Passamos um ótimo final de semana juntos, talvez muito melhor que esperava, queria mais, mas ele havia acabado e precisávamos retomar nossas vidas. Nos despedimos com um enorme aperto no coração e partimos, cada um para seu destino e sua vidinha monótona.

Não trocamos e-mail, telefone ou facebook, afinal de contas, ela é comprometida, estava noiva e se casaria em breve. Talvez esse final de semana fosse o único que teríamos, talvez esse fosse o melhor desfecho para tanto sentimento que desperdiçamos durante anos.

Reviva o caos.

Caos.

Entre um conflito e outro dentro de minha mente, a palavra caos borbulha, se sobressai entre qualquer outra.  Sinto uma revolva deixando de ser cinza, tomando forma e quase vida dentro de mim. Talvez eu deva prestar mais atenção no meu subconsciente e tentar controlá-lo mais? Ou será apenas uma pequena fagulha de algo novo que vem por aí?

Não sei explicar ao certo, não sei muito sobre o que se passa em minha cabeça nesses últimos tempos. Não sinto estresse mas um de meus olhos está tomando por pequenos espasmos. Estranho. Quando sentia estresse, minha pálpebra ganhava vida e tornava-se um membro fora dessa comunidade, ganhando vida própria. Oh, talvez eu esteja com um aneurisma prestes a explodir.

O vazio que consome.

Vazio.

Enquanto olho para o vazio da tevê, o cigarro queima quase chegando até meus dedos; o gelo do uísque já está quase no fim e meus pensamentos estão distantes como as nuvens. Remexo o resto de gelo do copo e dou mais um gole, o cigarro já apagou. Levanto, vou em direção ao banheiro, chutando diversas garrafas vazias, camisinhas usadas, roupas sujas e um monte de livros espalhados pela casa. Começo a urinar e ouço uma voz me chamar, tão distante da minha cabeça que quase não a ouço.

Dou a descarga e vou até o quarto. Lá encontro mais uma das piranhas que consumi, ela queria uma dose de uísque, mas ele havia acabado. Ela decide se vestir e partir. E lá se foi mais uma noite vazia, tanto o bolso quanto o saco, entenda como quiser, se for capaz. Sinto um enorme vazio, mesmo com o prazer que tive durante a noite, nunca será como era com você.

Fraude na Centauro e Americanas com meu CPF.

Fraude!

Ontem pensei seriamente em escrever, mas estava transtornado demais para isso. Descobri que usaram meu CPF para efetuar compras. Na realidade, por enquanto, apenas na internet.

A saga começou quando recebi uma ligação no dia 15/01/2013, do site www.centauro.com.br para confirmar se havia realizado uma compra. Comentei que nem sabia de que site se tratava e que nunca tinha me cadastrado lá. A atendente ficou em silêncio por alguns segundos e perguntou: "Mas você é Marcelo? Marcelo Takemi?", respondi que sim e novamente o silêncio tomou conta do fone do celular. Ela ainda insistiu: "Marcelo Takemi Yamamoto"? Respondi novamente que sim, mas dessa vez comecei a ficar desconfiado, ela ainda disse minha data de nascimento, aí fiquei mais encafifado.

Um brinde ao amor.

Amor.

Esse desejo louco toma conta do meu subconsciente, cada pedaço do seu corpo me deixa em chamas e não vejo a hora de poder te reencontrar todos os dias. Mal temos tempo para conversas, nossas línguas se entrelaçam e o calor toma conta de nossas mentes nos levando sempre para a cama. Começamos a nos despir e quando percebemos já estamos naquele movimento frenético, com nosso suor misturado a nossa respiração ofegante e cheia de tesão.

Quando terminamos, sempre nos abraçamos, parecemos um único corpo em cima de uma cama imensa e desarrumada. Seu corpo se envolve em meus abraço de forma perfeita, parece até que somos uma única peça que foi partida ao meio. Nunca vi um encaixe tão perfeito, apesar de muito colados, continuamos nos acariciando até ficarmos excitados novamente e recomeçarmos mais uma jornada de prazer.

Quebre o ciclo.

Sonhos.

Ultimamente ando analisando demais minha vida e estou ficando meio louco. Talvez seja idiotice minha, talvez seja o certo a se fazer, ainda não consegui desvendar por que ando pensando tanto.

Mas esses pensamentos me fizeram lembrar de um grande amigo, alguém que me dava muitos bons conselho e criou um ciclo, que como toda boa invenção, leva o nome do autor. Lembrei também de alguns posts em que escrevi sobre a minha vida parecer um loop infinito.

Amor e amizade.

Seth e Summer.

Sempre te olhei com outros olhos, você sempre foi diferente pra mim, sempre foi mais que uma amiga ou pelo menos, sempre te quis assim. Você nunca me olhou dessa maneira, apenas via um amigo e nossa amizade era a coisa mais importante. Tentei de diversas maneiras mostrar o que sentia, mas você nunca quis compreender. Sempre que chegávamos no ponto onde seria possível entender o que de fato eu sentia por você, mudava de assunto como se aquilo fosse algo proibido.

Te compreendi até certo ponto, afinal de contas, seria realmente possível estragarmos nossa amizade se ultrapassássemos essa barreira, mas será que chegaríamos ao fim? Se ficássemos e nunca terminasse, teríamos um futuro lindo pela frente. Talvez a incerteza de que nos faríamos felizes foi um grande ponto onde se apoiou. Talvez tivéssemos um relacionamento que não desse certo, mas poderíamos manter a amizade depois disso. Claro, todos sempre pensam ser impossível manter uma amizade depois que ultrapassamos o limite, mas sempre discordei dessa teoria.

Sonhos tempestuosos.

Um sonho de liberdade.

Ontem deitei minha cabeça no travesseiro e dormi. Em menos de 30 segundos mergulhei no mundo dos sonhos, um mundo não tão abstrato quanto esperava. Gostaria de sonhar com uma loira gostosa peituda, mas a vida não pode ser tão legal e me faz sonhar com trabalho. Tudo bem, já me acostumei desde que mudei de emprego. Mas o pior é que me sinto como se estivesse realmente trabalhando, chego a entrar em desespero por não conseguir fazer algo que sei fazer, coisa bem típica de sonho.

Quando o relógio anunciou que eram duas da manhã, despertei cheio de desespero, quase sem respirar, encharcado de suor, me senti como se tivesse feito quatro horas consecutivas de exercícios. Busquei oxigênio em todos os ângulos possíveis, mas mesmo assim ainda sentia uma enorme dificuldade para respirar, isso não me impediu de pensar em fumar um cigarro para me acalmar. Pensei que ainda estivesse sonhando, infelizmente aquilo era bem real, tentei dormir novamente, cheio de ânsia, torcendo para a noite terminar o quanto antes. Assim que adentrei novamente o mundo de Morfeu, outro sonho veio consumir minha mente de forma arrebatadora, dessa vez havia uma loira gostosa, mas ela não estava disposta a saciar minha fúria sexual.

Excelentes motoristas.

Respeito?

Você para no meio da curva, em cima da faixa de moto, passo e faço uma pequena reclamação: "Mas que beleza, hein?", o cara olha pra minha cara como se eu fosse o maior filho da puta do mundo. Bom, tudo bem, foda-se, vamos prosseguir, afinal de contas, era um carro de funerária, coitado desse senhor.

Passam-se alguns segundos, o cara emparelha e começa a soltar palavras indecifráveis; pensei seriamente em ser preconceituoso, mas achei pesado demais. Tentei ouví-lo novamente, mas estava realmente complexo compreender cada palavra que ele cuspia.

Amor ou doença?

Lila.

Vejo sua inocência ser corrompida pelo amor que sente por mim e isso me entristece. Não de uma forma ruim. Espera, talvez eu tenha me expressado mal... Ou, talvez seja essa a melhor descrição para descrever a doença que você criou em seu coração. Sim, chamo de doença porque não deveria ser permitido amar da forma como você me ama. Tal analogia não fiz por maldade, acho que você sabe do que estou falando.

Tentei em diversas vezes te abandonar, simplesmente desaparecer da sua vida, falhei em todas. Infelizmente permiti corromper sua inocência, sabia desde o início que devia ter partido, que não devia ter dado oportunidade para termos algo. Mas talvez a vontade e a pureza do seu olhar me deixaram sem controle, não conseguia mais pensar de forma sensata, apenas me deixei levar e me rendi ao seu beijo.

Primeiro de 2013.


Primeiro post de 2013, sobre o que escrever? Pensei em diversas ideias, mas nenhuma delas me agradou, talvez minha mente esteja um pouco exigente hoje. Estou me forçando a escrever porque dizem que tudo que fizermos no primeiro dia, ou na virada, você fará pelo resto do ano. Pensando nisso, decidi não deixar de escrever para não exterminar também o blog, já que o vlog, por ora, morreu.

Falando em ideias, por que não tenho mais ideias? Ah, vamos falar novamente sobre a perda de foco deste blog? É, minha primeira terapia na vida, uma forma especial de fugir das frustrações e estresses do cotidiano. Era bacana vir aqui e cuspir todas minha ira do dia-a-dia, agora, não tenho muito o que dizer e falo apenas de assuntos do cotidiano ou tento resenhar algum conto de amor. Acho que chegou, na verdade já passou, o momento de direcionar este blog, só não sei qual rumo tomar. O que vocês sugerem?