Se a primeira foi boa, a segunda é ainda melhor!

O que mais falta acontecer?
Depois do glorioso episódio, onde um caminhão de lixo atropelou minha moto, um Civic automático fez a mesma façanha. Ops! Não, foi uma "moça" que conseguiu deixar o carro automático "descer" em uma subida. Sim, já me disseram que é possível um maldito carro automático descer, mas a ponto de bater em uma Yamaha Fazer 250 e jogá-la, sim, jogá-la há quase um metro e meio de distância? Será que realmente ela deixou apenas o carro descer?
Aliás, até agora tento imaginar qual foi a façanha para conseguir bater na minha moto do jeito que ela fez. Engraçado que ao indagá-la sobre o que ela havia feito, a única explicação é que estava descendo, ia frear e não sabe o que houve. Interessante, nesse momento, comentei que ao invés de frear ela acelerou e indaguei em como é possível um carro automático ter descido do jeito que o dela desceu. Silêncio, um vazio de palavras, para logo em seguida surgir um "desculpa"? Desculpa a puta que o pariu, ops, a mamãe estava lá, sorry. Sinceramente, fiquei tão emputecido, que a única coisa que disse é que não queria ouvir desculpas.
Não sei a veracidade, mas por sorte, tenho bons vizinhos que não a deixaram partir. O que eles notaram, é que a tal "moça" estaria deixando o local depois de ter acertado a minha moto. A dona resolveu dizer que não tinha a intenção de fugir. Engraçado quando o carro já está praticamente partindo, não? Bom, como não vi, prefiro não julgar essa parte.
Interessante foi questionar e ela nem conseguir explicar o que realmente aconteceu. Fiquei tão louco de raiva que pedi para meu sócio pegar as informações necessárias porque não conseguia mais pensar, não tinha mais razão agindo sobre minhas mãos. Por sorte, ainda conseguia me segurar, peguei meu cigarro, me sentei para fumar e ali permaneceria se meu sócio não me pedisse para ligar a moto e ver se pelo menos o motor ainda funcionava. Menos mal, ela ligou, engasgou, quase morreu, mas estava bem.
A pior parte foi ficar ouvindo "risadinhas" da "moça" e da mãe dela, aquilo me emputecia mais e mais. Me contive, tentei abstrair, porque aquilo não era nada demais, não? Sim, na cabeça de todos, menos na minha. Meu problema é o seguinte, o que faço enquanto a moto ficar novamente parada na concessionária? Puta que pariu, tem quase quatro meses que ela saiu de lá, após cinco meses de tortura, caminhando até o escritório com as malditas pedras na vesícula. Bom, pelo menos agora, não tenho mais vesícula, e nem pulmão. Todo o transtorno que isso me causará, nenhum dinheiro no mundo me pagará. O nervoso que sinto já não vale nem mesmo um milhão. Tomo todo cuidado do mundo porque não quero ter transtorno e me vem uma "moça", que diz não ter muita noção do veículo, que não estava acostumada pois o carro era de seu pai. Como assim não tem o costume? Como você não toma mais cuidado por se tratar de um veículo que você não sabe dirigir direito?
Sempre achei que carro automático não tivesse muito segredo, hoje descobri que isso é mentira. Talvez, o problema não seja o carro, mas o condutor em si; nesse caso, a tal "moça". Pior do que o episódio do caminhão, sim, foi muito pior. Não em termos de estragos, em relação à isso, foi bem menor. Mas a ira que tomou conta de meu ser foi muito pior, fiquei ensandecido, totalmente tomado por uma fúria. Me lembrei novamente de meu pai, agradeci diversas vezes por ele sempre me alertar para nunca comprar uma arma de fogo. Imagine a tensão dessa situação se houvesse uma arma de fogo em meu poder? Puta que pariu, ao invés de fazer um boletim de ocorrência de um acidente de trânsito, faria o de um homicídio. Para terminar com chave de ouro, quando mãe e filha resolvem partir, assim que dão a partida, noto que a luz de ré está acesa. Ops! Apenas comprovei a minha teoria, a "moça" resolveu acelerar para "estacionar", em frente a uma garagem, só que não acertou na dose. Por que não deixar o carro descer pela força da gravidade como todos fazem? Porque ela tinha que dar dores de cabeça para alguém além do próprio pai?

Que pena daria para estupradores e pedófilos? Já tirou foto pelado? - Pequenos detalhes da vida

Lutando contra a mente

Em meio a uma solidão devastadora, caminho sempre na mesma direção em busca de algo que nem mesmo sei. Simplesmente, sigo a mesma trilha, vejo sempre o mesmo horizonte, as mesmas paisagens...
Talvez seja hora de mudar de direção, seguir outros passos ou trilhar meu próprio caminho. Na realidade, já o trilho e as coisas continuam não dando certo. Nada muda, todo dia parece o mesmo, seja um dia ensolarado ou um dia tenebroso, pra mim, pouco importa.
Tudo que sonhei, que um dia pensei que talvez pudesse alcançar, não aconteceu. Falta de esforço? Talvez. Não sei dizer ao certo se me esforcei na medida certa ou se deixei a desejar. Nem sei mais o quanto ando me esforçando para as coisas darem certo.
Vivo em um mundo totalmente diferente? Será que tudo não passa de um sonho? Simplesmente uma ilusão criada por minha mente para me entorpecer e fazer com que as coisas pareçam bem menos piores que o normal? Há quem diga que realmente vivo em um sonho, outros dizem que sou duro demais com a realidade, ou pelo menos tento deixá-la assim. Mas quem é que sabe a melhor maneira para encarar a realidade? Aliás, quem é que sabe o que seria melhor pra mim?
O dia que eu descobrir, talvez fique contente, talvez fique triste por descobrir que seja algo inalcançável ou simplesmente continue na mesma utopia. Todo esse marasmo que me consome dia a dia, talvez seja resultado de tudo aquilo que deixei de buscar quando precisava. Ou será que a minha vida se resume à isso?
Não consigo acreditar que esse será meu fim, talvez nem esteja na metade do caminho. E onde terminará essa trilha? Preciso ver a luz? O que preciso para as coisas parecerem um pouco melhores? Algo é certo, mudei muitas coisas, algumas para melhor, outras para pior, mas tento melhorar a cada dia. Tento enxergar os dias de uma maneira diferente, para ver se realmente algo muda. Nem sempre percebo, o quanto as coisas mudam, com a mudança de meus pensamentos e comportamento, mas muitas vezes me sinto bem melhor. Até mesmo acordar já não é tão sacrificante quanto antes.
Ainda sinto falta da terapia, sinto falta de diversos amigos mas ao mesmo tempo não tenho muita vontade de fazer nada. Quando sinto vontade de fazer alguma mudança, desisto depois de refletir por 10 segundos, não creio que seja tempo suficiente. Não posso reclamar, tenho visto mais pessoas do que costumava ver, tenho até mesmo incentivado encontros, coisa que normalmente eu não faria. Talvez não esteja tão são quanto penso ou talvez isso seja um grito, algo que minha mente esteja tentando me dizer.
Já falei, escrevi e filmei tantas loucuras, que mesmo escrevendo um texto que iniciei de forma simples, agora, parece algo mais complexo do que poderia imaginar. Não deixo apenas a razão e meu bom senso me guiarem, na realidade, acho que nunca parei para pensar no que escrevo, simplesmente deixo meus dedos e mente agirem em conjunto lutando contra tudo. Não releio, por isso diversas vezes deixo um "errinho" aqui e outro ali. Não o faço para não mudar todo o texto, afinal de contas, de vez em quando, só quero colocar para fora algo que está me sufocando e se parar para ler, com certeza, mudarei toda a ideia. Minha razão tentará lutar para dar uma lógica ao texto, enquanto a minha alma livre tenta apenas mostrar o que ando sentindo, mesmo que de uma forma confusa.
Escrito ao som de Norah Jones - Until the end.

A geração Y

A geração que veio para mudar todos os conceitos da língua portuguesa, do uso dos eletrônicos e a forma como adquirir conhecimento.
A vida é cheia de revoluções e uma delas foi a tecnologia. Fato já consumado, não temos como voltar atrás. A nova geração adentrou o mundo da melhor forma possível, em termos de tecnologia. É a fase do mundo em que adquirir conhecimento é a coisa mais simples do universo.
Sim, diferente das pessoas de minha época, eles não precisam mais sair de casa para visitar uma biblioteca, tudo está disponível online, e da melhor forma possível, de graça.
É a geração com a maior praticidade do mundo, praticamente tudo que sonharem, já existe. Qualquer coisa que pensarem em aprender, eles aprendem da forma mais simples possível, basta querer.
O grande problema com toda evolução tecnológica é como procurar conhecimento. Com o provento da web, qualquer um pode criar um site, publicar diversos artigos, inclusive, diversas coisas incorretas. Sejam em regras gramaticais ou até mesmo informações falsas, diversos sites podem emburrecer nossos jovens.
Em uma discussão cheia de brincadeiras que tivemos hoje, tudo isso por causa de um "R" que fora comido no final de um verbo, levantamos a questão sobre a tal "linguagem de internet". Acredito que todos que cresceram, mesmo os velhos de minha época, acompanharam a "revolução" que a linguagem de internet derrubou praticamente todas as regras gramaticais que levamos anos para aprender.
Com toda sua forma despojada, livre de regras, as crianças, adolescentes e até mesmo adultos, escrevem da forma que bem entender, já que existe essa tal "linguagem de internet". E são realmente raros os casos onde pessoas decidem escrever de forma correta em MSN, Orkut, Facebook, twitter etc. Tudo isso porque não temos mais tempo a perder e quanto mais prático, melhor para nos comunicarmos.
O grande porém, é que em alguns casos, a "linguagem de internet" não deveria ser aplicada, já que pode modificar totalmente o sentido da frase, como no exemplo de nossa conversa. Deletar o "R" no final de diversos verbos, além de não ser algo muito agradável, pode cair no problema da seguinte frase: "Quero rolar...", não foi a frase utilizada em nossa conversa, mas é um bom exemplo onde não devemos deixar de digitar o "R". Diversas outras coisas, comumente utilizadas pela web, acabam ensinando diversas crianças de forma errada e elas, por não terem idade para distinguir certos "erros", acabam tomando isso como forma correta de escrita.
Muitos se adaptam e quando precisam escrever um e-mail de forma inteligível, conseguem, mas infelizmente, alguns, não conseguem abandonar todos os vícios da "linguagem internética". Eu mesmo tive diversos problemas no início de minha carreira porque comecei a trabalhar em uma empresa de TI. Até então, enviava somente e-mails a amigos, podia escrever de qualquer forma que eles compreenderiam. Quando passei a enviar e-mails de trabalho, mesmo não sendo para clientes externos, tentava sempre escrever corretamente e de forma extremamente legível. Tudo isso porque a forma de comunicação escrita já dá margem para diversas interpretações, imaginem escrever então com "linguagem de internet".
Para minha sorte, não foi uma luta tão complexa, depois de um certo tempo me adaptei e passei a escrever de uma forma no MSN e outra em e-mails. Depois de um certo tempo, principalmente quando comecei a escrever neste blog, passei a estudar mais a língua portuguesa pelo simples anseio de sempre escrever o melhor possível e da forma mais compreensível do mundo. Tenho em mente e ainda acredito que alguns jovens, mesmo das gerações "perdidas" ainda me acompanharão nesta empreitada.

Android Froyo 2.2, instalando aplicativos no cartão SD

Você acabou de adquirir um smartphone com Android 2.2 e gostaria de instalar seus aplicativos no cartão de memória e não sabe como?
Eu tentei mover alguns aplicativos para o cartão, mas os botões para isso ficam desabilitados para diversos deles como twitter, facebook, entre outros.
Caçando na net, descobri que existe um SDK para "brincarmos" com o Android e modificarmos para que o padrão de instalação dos aplicativos, seja o cartão SD.
Para isso, primeiramente baixe o SDK no site do Android para desenvolvedores clicando aqui. Baixei a opção com o pacote compactado, ou seja, não será "instalado" no computador. O pacote "exe", instala e baixa as atualizações necessárias. Não testei o pacote de instalação, então pode ser que ele baixe atualizações desnecessárias.
Com o pacote zipado, descompacte onde quiser e se não existir a pasta "platform-tools", execute na pasta raiz o arquivo "SDK Manager.exe", baixe apenas o pacote "Android SDK Platform-tools, revision 6", ele contém o que utilizaremos.
Conecte seu celular e o coloque em "Modo de depuração USB", para isso, basta ir em: Configurações>Aplicativos>Desenvolvimento>Depuração USB.
Agora vá até seu prompt de comando, seja pelo botão iniciar>programas>acessórios>prompt de comando ou em iniciar>executar e digite cmd.
Com o prompt aberto, vá até a pasta onde descompactou todo o pacote, procure a pasta "platform-tools" e digite "adb.exe", no meu caso, ele aparentemente não fez nada, mas por via das dúvidas, melhor seguir os passos.


Em seguida, digite "adb shell" para entrarmos no shell para execução de comandos.


Agora, basta digitar o comando "pm setInstallLocation 2", lembre-se de respeitar as letras maiúsculas e minúsculas e pressionar enter.


Pronto, agora você conseguirá mover todos seus aplicativos para seu cartão SD. Como ainda não li muitos artigos sobre Android, não sei se funcionará com qualquer versão, acredito que sim, mas é bom sempre dar uma lida antes. A versão utilizada foi a Froyo 2.2, a única coisa que li até agora é que isso funciona somente nas versões 2.2 do Android. Só para ajudar alguns mais perdidos, meu celular é o Samsung Galaxy 5.
Fonte: Mundo Zoom.
Link para o post aqui.

Dream Theater - On the backs of angels

Felicidade?

Felicidade.
O conceito de felicidade, do grego... É, algumas coisas andam melhorando, outras se mantém da mesma forma e algumas nunca mudarão. Mas no saldo geral, posso dizer que ando um pouco mais feliz que antes. Se arrumei uma namorada? Comprei uma casa? Ganhei um carro? Não.
Há muito poucas coisas que gosto de fazer hoje em dia, além de escrever e filmar, faço sempre questão de estar com a família e tenho feito isso constantemente. Inclusive, nessa semana, apesar de nem todos terem ido ao espetáculo do Marco Luque, foi algo bem bacana que fiz essa semana.
Na realidade, a unidade de medida aqui, não deveria ser a felicidade e sim a falta de estresse. Só pelo fato de ter decidido não me estressar mais, as coisas já mudaram bastante. Claro, em diversos momentos tenho que pensar muito antes de dizer algo ou tomar algumas atitudes. Até mesmo para responder um simples "bom dia", tenho pensado. Isso tudo porque sempre fui o cara que demonstrava tudo que sentia, se o dia estivesse péssimo, o mantinha assim até o final do expediente, da vida. Se não houvesse um grande motivo para me alegrar, não fazia a mínima questão de tentar, notei que isso afetava demais meu humor e principalmente meu estresse. Era multiplicado por 1000 quando não tentava me animar durante o dia, parecia que não passaria e agora vejo que as coisas estão totalmente diferentes.
Essa decisão de tentar não me estressar mais, veio em um bom momento, não está muito fácil lidar com isso mas bem mais do que imaginei. Adotei diversas filosofias interessantes como a do "foda-se", "não sei", mas é claro que moderadamente. Não deixo de cumprir as missões mas agora faço as coisas no meu tempo, não me mato desnecessariamente. Agora utilizo muito algo que aprendi na terapia e não conseguia utilizar, primeiramente processo a informação antes de responder.

Me perdoem pelo atraso

O anjo de Gabriel.
Faz tempo que não solto um capítulo e nem mesmo comento sobre o segundo livro que estou escrevendo. Na realidade, deixei até mesmo de fazer um comentário que estou meio sem criatividade porque imaginei que ela voltaria há duas semanas atrás, mas infelizmente, não aconteceu. Espero que nessa semana eu consiga terminar o segundo capítulo. Na realidade, acredito que fiz errado, devia ter escrito pelo menos uns 5 capítulos antes de começar a postá-los, gostaria de realmente cumprir, tanto por vocês quanto por mim, o lançamento de um capítulo por semana, todas as quartas-feiras, mas infelizmente não tenho criatividade suficiente para isso.
Fora que diversas outras coisas acabam roubando minhas ideias. Sejam os posts normalmente lançados, como o vlog, minha mente fica meio vazia durante algum tempo. Acredito que no mais tardar, na semana que vem eu consiga terminar o segundo. Já comecei escrever assim que terminei o primeiro, mas travei em alguns trechos e algumas ideias que tive. Não sabia como comentar certos fatos que estava criando mas em uma conversa super agradável com a minha querida Brenda, tive algumas ideias.
Bom, espero que não deixem de acompanhar, sei que não é legal ler um capítulo a cada um mês, por isso tentarei cumprir as metas que estipulei para esse livro. Diferente do "Minha pequena florzinha" que levou dois anos para ser concluídos, espero concluir esse em bem menos tempo. Principalmente porque não necessito de pesquisas, relembrar fatos, entre outras coisas, preciso apenas da criatividade a meu favor.

O que você vê na internet?

Humor?
Uma crítica? Talvez. Não sei bem como classificar essa sensação que tenho em relação aos criadores, seja bloggers ou vloggers, noto que o conteúdo sério já é algo que é meio complexo de levarmos para frente. Se você ataca, certos assuntos, de forma rigorosa, a grande massa não se atrai mais com tanto vigor.
É algo preocupante? Eu diria que sim, e vocês? Acho bacana passarmos alguns assuntos, de extrema seriedade, de uma forma humorada, mas acredito que algumas coisas não pedem humor. Digo isso, porque alguns assuntos sérios, se tratados com humor, não serão levados à sério. Isso é clássico, tudo que o povo acha graça, normalmente, não levam à sério. Claro que nem todos, existe ainda, uma pequena parcela da população que consegue compreender o humor ácido, que tenta levar algum assunto de grande importância para o cérebro desinformado de muitos.
Mas fico triste por muitas pessoas terem que abandonar um conteúdo sério para passá-lo de forma humorada. Não só me entristece como me preocupa e muito. Quando chegaremos ao ponto onde aprenderemos que certas coisas sérias precisam ser apresentadas de forma séria? Quando a grande massa aprenderá a assimilar certos trabalhos visando apenas o conteúdo que a pessoa tem a passar? Quando deixarão de notar apenas um belo par de seios ou uma bela bunda?
A era digital, todos informatizados, a tal inclusão digital, aquilo onde prevíamos que seria o ápice do conhecimento. Sim, um dia previram isso, acredito eu. Que com a informatização, o conhecimento seria muito mais difundido que na era em que não estávamos conectados quase 24h por dia. Criando grandes redes de informação, as crianças, jovens, adultos e velhos, teriam mais acesso a conhecimento. Temos tudo isso hoje em dia, mas quem realmente busca isso?
Ah, mas você precisa compreender que a maioria quer se divertir na internet. Mas espere um pouco, a internet não é só diversão, você não precisa utilizá-la somente na hora da diversão. Nos estudos, tornou-se muito mais fácil adquirir conhecimento sobre determinado assunto do que em minha época. Claro, é necessária muita pesquisa para chegarmos ao consenso de que determinado site apresenta material correto. Mas acredito que seja mais prático consultar a internet do que mexer sua bunda gorda até a biblioteca mais próxima, não acha? Pois é, nem assim as pessoas aprendem mais, nem assim elas buscam maior conhecimento. Pelo contrário, pelo menos 90% das pessoas que utilizam a internet, estão buscando apenas "besteiras".
Isso me faz pensar no motivo de fazer vídeos, de escrever diversos posts. O que estou fazendo na web? Que tipo de material ou conhecimento tento difundir entre aqueles que me acompanham? Será que nenhum? Não sou o maior conhecedor de todas as possíveis informações, mas o que posso repassar, com certeza, repasso. Mas não vejo um grande interesse de muitos, se compararmos a outros blogs e vlogs, sou um dos menos acessados. Não que ligue para isso, mas pelo menos não estou fazendo qualquer besteira, normalmente tenho passar alguma lição pra vida, coisas do cotidiano, não estou ali tentando fazer um humor escrachado no estilo Zorra Total. E fico triste por aqueles que precisam abandonar seus conceitos para conseguirem mais acessos.

Diferenças entre o estagiário e "O" estagiário

The ramen girl.
Eu arregaço, como muitos por aí, todo e qualquer tipo de estagiário. Independente do conhecimento ou esforço, mas é para fazerem acreditar que precisam melhorar a cada segundo de suas vidas, para não pararem de melhorar nem mesmo quando estão quase no ápice da sua evolução. Infelizmente, alguns são idiotas demais para compreenderem as coisas, alguns outros conseguem enxergar o que realmente tento extrair de cada um. Claro, não estou falando de estagiário do suporte, pelo menos, não do suporte de onde trabalho. Ali, infelizmente, não sei se existe alguma maldição ou alguma nuvem negra que paira sobre a cabeça de cada peça que por ali passa. Mas acredito que um dia, ainda tenho essa crença, que um dia o suporte voltará a ser como foi em uma época muito remota.
Mas vamos falar das diferenças entre duas divisões que faço de estagiários, na realidade, podemos adentrar em diversos subníveis, mas seremos um tanto macros e dividiremos apenas em dois grupo: o estagiário e "O" estagiário. Normalmente, nenhum estagiário gostaria de ser um, mas por mera formalidade da vida, é necessário passar por esse processo árduo. E é nessa época que você precisa se esforçar e aproveitar cada segundo de aprendizado, já que você ganha para aprender. Apesar que, se analisarmos profundamente, não existem mais empresas em que você aprende somente, na maioria, te ensinam um pouco da brincadeira e já te colocam para trabalhar. Não vejo tanto problema nesse quesito, já que é na prática que normalmente aprendemos nessa área tão cheia de informações.
Normalmente, o cara que é "O" estagiário, não fica muito tempo com esse título, pode até continuar com ele na carteira, mas a galera já começa a levá-lo em consideração e começa a pensar em um plano de carreira para ele. Enquanto o estagiário, bom, esse será estagiário até mesmo quando constar um registro de efetivo em sua carteira de trabalho.

"O" estagiário não sairá perguntando primeiro antes de tentar resolver um problema. Já o estagiário, tentará uma vez, não procurará em lugar algum e perguntará para o cara do lado.
"O" estagiário aprenderá as coisas, enquanto o estagiário somente perguntará como resolver o problema naquele momento e se perguntarmos na semana que vem como resolver a mesma coisa, ele não se lembrará.
"O" estagiário não precisa ser avisado que precisa anotar as coisas, enquanto o estagiário, mesmo avisando-o, não anotará nada.
"O" estagiário não ligará se pedirem para ele ficar um pouco além do horário ou fazer algo em um final de semana, enquanto o estagiário reclamará e se puder, evitará a todo custo trabalhar fora do horário de expediente.
"O" estagiário sempre será o curioso que buscará conhecimento sozinho, enquanto o estagiário, em todo momento que ficar desocupado, ficará no facebook, orkut e afins.

Poderia citar milhões de exemplos das diferenças entre eles mas acho que não é o caso nesse post. Para quem acompanha o blog há um bom tempo, já deve conhecer diversos deles. Um dia aparecerão pessoas como as do passado, esforçadas e inteligentes, talvez superiores àqueles e o suporte volte a funcionar como funcionava antes, sozinho.

Quanto mais estagiário, melhor

Coisas de estagiário.
Acho extremamente engraçado quando alguém, no súbito da fúria, decidi tentar responder ou rebater algum comentário. Peguei uma imagem de uma frase no msn e comentei que fora coisa de estagiário. Não sei quem se doeu tanto, que decidiu colocar toda sua fúria em resposta totalmente "agressivas". O primeiro comentário já me fez rir até ficar com dores no maxilar, me senti como se uma criança de 10 anos tivesse respondido com tamanha ofensa.
"Pior é vc seu gordo japonês de merda"
Fiz o de praxe e deletei o comentário. A criança, não contente, tentou melhorar seu vocabulário, para quem sabe, ofender de maneira realmente adulta. Não contente, o infeliz postou mais de sessenta vezes o mesmo comentário. No mínimo, foi coisa de estagiário, porque se dar o trabalho de postar diversas vezes se o sistema desse blog permite que sejam excluídas facilmente? Mas novamente, a única coisa que consegui, foi dar risada de tamanha idiotice. Ah, na cabeça desse cidadão de merda, provavelmente ele sentiu que conseguiu pegar no meu âmago e me ofender de maneira satisfatória. A falta de conhecimentos profundos e a mediocridade, não lhe permitiram elaborar uma resposta ofensiva a um nível mais culto.
"Maldito é você seu gordo japonês de merda fala um monte de coisa e no final é inferior aos estagiários. Cuide de você antes de falar mal dos outros e vai escovar os dentes seu porco."
Sinceramente, acredito que essa pessoa seja mirim e ainda é do tipo que quando alguém o ofende, ele responde "é você". Lembram daquela coisa de "chamou o pai de coxinha e a mãe de empadinha"? É incrível, mas isso me remeteu exatamente para esse tempo, coisa de pré-escola, primário, não me lembro ao certo, porque é tamanha a ignorância deste ser. Não, não fazendo este post para responder, apenas estou me divertindo as custas de alguém que não sabe escrever direito e nem ao menos consegue dar uma resposta adulta a uma ofensa "boba" que fiz àqueles que não são julgados como gente.
Um último comentário, o estagiário não entenderá a analogia do título.

Pitty - 8 ou 80

Não sei o que sinto

Pensamentos.
E aquela, que em outrora pensei muito em beijar, desapareceu como fumaça no ar. Nem uma palavra, nem um gesto fora capaz de dar. Simplesmente tudo voltou ao início como sempre. A vida prosseguiu, com o mesmo marasmo de sempre, com a involuntariedade de sempre e com a incapacidade de me envolver com alguém.
Talvez, minha terapeuta estivesse correta, medo, simples e puro medo. De dividir as coisas? De esperar por algo e não receber? Não, medo do inesperado, medo da surpresa, medo daquilo que não posso controlar. Será mesmo medo?
Às vezes me pego, imaginando e transformando a vida em um conto de fadas, se talvez tivesse persistido um pouco mais, quem sabe não seria diferente? Infelizmente, não é possível prever o futuro e muito menos controlá-lo, talvez tenha sido melhor assim, talvez não. O que importa é que estou vivo, não saí ferido, não saí magoado, na realidade, não sei ao certo como me sinto, apenas sei que ainda respiro.
E novamente, fechado para o tempo, para as aventuras, mas pelo menos querendo conhecer novos sorrisos. Ouvir o que outros tem a dizer sobre a vida, é algo que realmente me agrada. Voltei a ler, a escrever, talvez aquele simples gesto não comentado, tenha mudado algo dentro de mim. Às vezes, consigo acreditar que as coisas não acontecem por acaso, que servem de início para uma nova história. Talvez, aquilo que não almejo hoje, pode repentinamente acontecer, talvez não, quem sabe? Ninguém, nunca saberemos o que acontecerá amanhã ou depois, a única certeza que tenho é que não posso esperar. Na realidade, não que não possa, simplesmente não quero, odeio esperar por qualquer coisa na vida. Continuo vivendo como antes, continuo nas mesmas batalhas, esperando uma mão amiga me tirar do meio dessa guerra e me mostrar que existe um mundo totalmente inexplorado por minha alma. Quem sabe, em outro beijo, outro sorriso ou outro olhar, não seja possível encontrar aquilo que tanto procurei por toda a vida?

Quase no fim da batalha

Medo do futuro?
E tudo começou com um tweet: "Começarei a acreditar em papai do céu só para orar pelo povo que ficará por aqui. #work", lançado às 15:27h, no dia 01 de setembro de 2011.
Pequenas preocupações com o destino daquilo que um dia foi minha casa. Foi não, porque ainda é, mas provavelmente deixará de ser. É triste, sim, em partes, por um lado as coisas ruins ficarão aqui, mas por outro... Diferente do que muitos pensam, tenho realmente coisas boas aqui, a comodidade por ser próximo, poder trabalhar de bermuda, poder brigar com quem não trabalha, entre outras coisas.
É ruim imaginar que estarei em outro lugar, onde não mandarei em nada. Não pelo simples fato de não mandar, mas pelo fato de me importar demais com as coisas. Brigo, brigo pela empresa, sempre briguei, porque fico puto com quem não está nem um pouco preocupado com o crescimento e sustento da mesma. Odeio gente folgada que só se preocupa com o seu salário na conta, no fim do mês. Por isso sentirei falta de "mandar".
O mais triste é ver a falta de esforço daquele que será o sucessor de tudo que construímos. Meus companheiros, meus sócios e outros, todo esforço investido será deixado em mãos que mal sabem o que é realmente trabalhar e se esforçar. Triste, fico realmente triste com tudo isso que ando vendo. Fico preocupado com o futuro de tudo isso pelo qual lutei durante quase onze anos.
Por essa razão gostaria de "poder" orar pelos que permanecerão aqui, em mãos com as quais não podemos contar, seja por motivo de doença ou simples falta de consciência. A única coisa que posso desejar é que as coisas continuem caminhando e que nada pare por conta disso. Péssima escolha, provavelmente, mas não seria possível colocar qualquer um dos outros, que mal sabem andar.

Coisa de estagiário

Coisa de estagiário.
Depois dizem que não posso tratar estagiários da maneira que trato. Alguns tem coragem de defendê-los dizendo que devem ser tratados como gente. Eu digo e repito que estagiário não é gente. Adivinhe quem criou a palavra "maldido".

O estresse nosso de cada dia. - Pequenos detalhes da vida