Achei que não teria oportunidade de agarrá-la, beijar aquela boca deliciosa, aquele lábio inferior carnudo, aquela boca que desejo todos os dias da minha vida. Dia conturbado, corrido, várias negativas em todas as minhas investidas, o que me fazia pensar mais e mais que realmente nada aconteceria entre nós.
Alguém que poderia atrapalhar uma última investida apareceu, logo fiz com que ela nos deixasse, quando pensei que não teria minha última chance, tive sorte de sermos obrigados a descer a pé, tentei uma investida achando que seria novamente negada mas pra minha surpresa, ela permitiu que a tocasse acariciando-a toda até convencê-la a ir para um canto nosso mais que conhecido.
Começamos a nos beijar, a vontade que ela demonstrava parecia diferente, ela parecia mais voraz, parecia sedenta, parecia que não me sentia há muito tempo, até que em certo momento senti como se algo a incomodasse. Parei, olhei em seus olhos, sentia um misto de desejo e medo, mas não queria parar, queria muito fazê-la gozar durante o dia todo, demonstrei, provoquei, deixei muito claro em todas investidas o quanto queria dar prazer a ela durante o dia para chegarmos nesse momento.
Voltei a beijá-la e ainda estava com a sensação de que ela estava dividida em suas emoções, resolvi então avançar, com um certo medo, mas virei-a de costas, baixei sua calça e calcinha e passei a acariciar suas coxas e virilha, respirando levemente ofegante próximo de seu ouvido, subia e descia apertando aquelas coxas deliciosas.
Tirei meu pau que já latejava, estava morrendo de tesão por ela, ficar perto dela já me deixa louco mas essa situação que criamos pela segunda vez me deixa mais, virei-a de frente com o meu pau entre suas pernas, voltamos a nos beijar e dessa vez fomos nos esfregando com vontade.
Apertava aquela bunda maravilhosa, sentindo ela contraindo-a e jogando seu quadril contra o meu, ela demonstrava mais vontade que da última vez, parecia que buscava seu gozo com voracidade, aquela sensação de medo que pairava pelo ar se foi, ficou somente seu desejo, a cada investida do meu pau contra seu grelo, sentia que ela queria mais e mais.
Achei que ela demoraria mais tempo para gozar, ela havia me contado que havia se masturbando por conta das provocações que eu fiz mais cedo mas mesmo assim ela não durou tanto tempo com essa nossa brincadeira, logo senti ela relaxar sua bunda, seu corpo parecer levemente mole, ela havia gozado, mas não tinha plena certeza. Quando parei, ela comentou que já havia chegado mesmo, fui sentir o molhado de sua buceta que tanto amo, ela estava muito encharcada, estava tão molhada que até boa parte da coxa estava úmida, nunca senti uma buceta tão molhada pós gozo, nunca fiquei com tanto tesão quanto nessa noite.
Puxei sua calcinha para ajudá-la, esqueci da calça mas ela mesma levantou, começamos a conversar enquanto íamos nos recompondo e novamente ouvi aquela risadinha super gostosa, ah!, como amo quando ela solta essa risadinha depois de gozar. Comentei que queria ter esfregado a cara naquela buceta tão molhada, que queria ter tomado todo aquele mel delicioso, mas fiquei satisfeito só de saber que ela gozou e com a risadinha. Sugeri para irmos para um lugar mais reservado para fazermos de uma forma mais gostosa e completa, ela riu e fomos embora. Não vejo a hora de fazermos em um local confortável, sem nos preocupar com nada, quero levar essa mulher ao delírio, fazê-la gozar até seu clítoris ficar sensível, aí ela dizer que está plenamente satisfeita...

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