VLOG

Me come


Dia corrido pra ela, muitos afazeres, ela parecia cansada, chateada, tentava animá-la um pouco mas sentia que não estava tendo sucesso. Ela ali compenetrada no que fazia, semblante um tanto quanto sério, olhava o que ela fazia, sempre fico admirado com as coisas que faz, como aprende rápido, como desenrola cada tarefa que precisa conduzir.

Em determinado momento, ficamos sozinhos, continuei olhando o que fazia, quando ia deixá-la, ela sutilmente abre aqueles lindos lábios e diz: me come, seu olhar transmitia desejo, volúpia, pela primeira vez consegui enxergar tamanho tesão que ela sempre dizia sentir por mim, sem pensar, peguei-a pelo braço e fui puxando-a para um lugar mais reservado.


Ela seguiu em silêncio, apenas me obedeceu da forma mais sensual que poderia fazer, esqueci que ela havia retirado seus sapatos e estava descalça. Chegamos, olhei em seus olhos e não vi negação, vi apenas um olhar surpreso, levemente assustado mas que parecia ter gostado da atitude.

Parei para respirar por um instante, olhava seus olhos, sentia o cheiro maravilhoso de seus cabelos, olhava sua boca, estava louco para beijá-la, comecei beijando levemente seu pescoço, primeiro de um lado e depois do outro. Apertava sua bunda com vontade, em determinado momento tentei beijar sua boca, fui reprimido como quem diz: só quero que me coma.

Abri seu cinto, baixei o minúsculo zíper devagar, desabotoei sua calça, tentei baixar mas fui barrado por sua bunda descomunal, a calça não era tão justa mas a cintura passaria com dificuldade por aquela raba maravilhosa, estrondosa, aquela escultura mais perfeita já criada em todo universo, em segundos pensei na dificuldade que poderia ter para se recompor e deixei a calça apenas aberta e continuei beijando seu pescoço.

Saquei meu pau que já latejava de tanto tesão, baixei levemente a frente da calça para que fosse possível eu enfiar meu pau entre suas pernas, ele ficou por cima da calcinha, não queria ainda o toque direto em sua buceta, comecei a fazer leves movimentos de vai-e-vem, esfregando meu pau tão duro que parecia que ele ia explodir, ficamos roçando, enquanto eu apertava sua bunda puxando seu corpo contra o meu.

Que sensação maravilhosa, parecia que estava sonhando com aquilo, nada mais parecia real, me sentia como se estivesse em outro universo, como se nada mais existisse. Poucos segundos depois, me lembrei que precisava prestar atenção para checar se alguém estava vindo mas continuamos, agora com minha atenção recobrada. Ouvir seus quase mudos gemidos foi a sensação mais maravilhosa, leves, sutis, eles saiam enquanto sua respiração ofegante me deixava com mais tesão.

Cada investida me deixava mais louco, em vários momentos, queria arrancar toda roupa dela, queria poder ver aquele maravilhoso corpo nú, sentir cada poro dele, lamber cada pedacinho mas permaneci apenas nessa brincadeira gostosa. Pensei ter ouvido um barulho, ela ficou preocupada e achei melhor pararmos, nos recompomos, ela esboçou um leve sorriso preocupado e voltamos.

Conversamos sobre o ocorrido, eu sem acreditar ainda no que havia se passado, ela comentou sobre achar que tinha gozado, eu refutei sua teoria pois não há como ter dúvidas sobre, pelo menos não quando você se conhece e sabe quando goza. Ela me dizia que pelo tanto que ficou molhada, achava que sim mas como nunca havia gozado em pé, que não tinha certeza se havia chegado lá. Eu continuei na ideia de que não mas que em outra oportunidade a faria gozar daquela forma, perguntei se queria ir novamente, ela disse que não podia.

Fiquei imaginando como seria daqui pra frente, como seria a próxima vez, onde seria, se seria algo mais completo num lugar mais reservado ainda, sem risco de sermos pegos, sem nos preocuparmos com nossos gemidos, fiquei com mais vontade ainda de saber como seria a nossa primeira trepada, tive uma pequena amostra do desejo de nossos corpos sentem um pelo outro. Parei de pensar, virei pra ela e disse apenas que na próxima vez que fizéssemos uma brincadeira como essa, que ela sairia de lá sem dúvida se havia gozado.

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