Não me recordo da blusa que vestia nesse dia mas lembro que seus peitos me chamavam muita atenção, não já não chamem a todo momento, sou vidrado nela todinha, mas esse dia eu estava louco para sentí-los pele na pele, sentir como seria a pele, os mamilos, a maciez, o contorno maravilhoso da parte debaixo, queria sentí-lo como nunca havia sentido.
Sua calça destacava sua bunda de uma maneira sutil, nada marcado demais e nem de menos, era a perfeição que fazia ter uma noção de como é redonda, como é perfeita. O balançar em cada passo demonstrava uma bunda muito firme, aquelas que são apetitodas de apertar e dar uns belos tapas. Aquilo mexeu demais com minha mente, aguçou ainda mais o desejo que sinto por aquela oitava maravilha do universo.
Queria muito beijá-la nesse dia, ok, esse comentário não ajuda muito mas nesse dia estava com uma vontade avassaladora, algo que não conseguia controlar, bastava olhar teu sorriso que a vontade só aumentava. Em diversas oportunidades pensei muito em te puxar pelo queixo e te lascar um beijo mas não tivemos tempo de criar uma situação que fizesse sentido culminar nisso. Só fui deixando o tempo passar, enquanto conversávamos, brincávamos, fazíamos piadas e assim foi passando o dia.
Enquanto descíamos para garagem, fiz comentários sobre como sua bunda estava, o quão maravilhosa estava nesse dia, o quanto estava com uma imensa vontade de sentir como seria a pele dela, já que na outra brincadeira não tive a oportunidade, até comentei sobre esse vacilo já que da outra vez estava de vestido. Aquela teria sido a oportunidade perfeita, o momento que mais devia ter matado minha curiosidade e vontade de sentir essa bunda espetacular.
De repente estava falando de seus peitos, de que esperava que um dia pudesse sentí-los em minhas mãos sem nenhum tecido permitindo o contato pele na pele. Você só se virou, sorriu e da forma mais sutil e doce, fez um olhar e um pequeno gesto como se permitisse que eu os tocasse da forma que tanto desejava. Sem ao menos ter certeza de que havia entendido, peguei uma das mãos e adentrei seu decote. Ah, que sensação maravilhosa, que pele sedosa, que peito macio, quente, tamanho perfeito, que mamilo delicioso e o bico... O bico foi um detalhe a parte porque enquanto afofava um de seus peitos, não pude sentir o bico, então fui mais detalhista e "belisquei" levemente para sentir como era maravilhoso.
Não lembro como cheguei no momento que resolvi abrir seu cinto, desabotoar sua calça e baixá-la, mas lembro que isso me fez ter a visão mais perfeita de uma bunda que já tive na vida, e como sabe, já vi bastantes, mas a sua me impressionou de uma forma extraordinária, fiquei tão maravilhado que nem palavras consegui emitir para elogiar tamanha grandiosidade. Toquei levemente sua pele com uma de minhas mãos, sentir a pele de sua bunda me deixou maluco, me excitou demais, me fez enrijecer na hora. Não contente em já ter tido o enorme prazer de poder tocar essa maravilha, não podia perder a oportunidade e dei um tapa em sua raba, nada exagerado, apenas para ter um gostinho imaginando o que poderia fazer algum dia com você de quatro na cama...
Depois de você se recompor, num ato de coragem, talvez insanidade, tirei meu pau duro para que pudesse sentí-lo em sua mão, pedi para que me desse uma mão com a palma aberta apenas para ela poder medir, mas ela segurou firme, não tão apertado e nem tão frouxo mas como quem queria sentir a grossura. Ela comentou que ele era grosso, respondi que a hora que quisesse, poderia expirimentá-lo.

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