Se a primeira foi boa, a segunda é ainda melhor!
Depois do glorioso episódio, onde um caminhão de lixo atropelou minha moto, um Civic automático fez a mesma façanha. Ops! Não, foi uma "moça" que conseguiu deixar o carro automático "descer" em uma subida. Sim, já me disseram que é possível um maldito carro automático descer, mas a ponto de bater em uma Yamaha Fazer 250 e jogá-la, sim, jogá-la há quase um metro e meio de distância? Será que realmente ela deixou apenas o carro descer?
Aliás, até agora tento imaginar qual foi a façanha para conseguir bater na minha moto do jeito que ela fez. Engraçado que ao indagá-la sobre o que ela havia feito, a única explicação é que estava descendo, ia frear e não sabe o que houve. Interessante, nesse momento, comentei que ao invés de frear ela acelerou e indaguei em como é possível um carro automático ter descido do jeito que o dela desceu. Silêncio, um vazio de palavras, para logo em seguida surgir um "desculpa"? Desculpa a puta que o pariu, ops, a mamãe estava lá, sorry. Sinceramente, fiquei tão emputecido, que a única coisa que disse é que não queria ouvir desculpas.
Não sei a veracidade, mas por sorte, tenho bons vizinhos que não a deixaram partir. O que eles notaram, é que a tal "moça" estaria deixando o local depois de ter acertado a minha moto. A dona resolveu dizer que não tinha a intenção de fugir. Engraçado quando o carro já está praticamente partindo, não? Bom, como não vi, prefiro não julgar essa parte.
Interessante foi questionar e ela nem conseguir explicar o que realmente aconteceu. Fiquei tão louco de raiva que pedi para meu sócio pegar as informações necessárias porque não conseguia mais pensar, não tinha mais razão agindo sobre minhas mãos. Por sorte, ainda conseguia me segurar, peguei meu cigarro, me sentei para fumar e ali permaneceria se meu sócio não me pedisse para ligar a moto e ver se pelo menos o motor ainda funcionava. Menos mal, ela ligou, engasgou, quase morreu, mas estava bem.
A pior parte foi ficar ouvindo "risadinhas" da "moça" e da mãe dela, aquilo me emputecia mais e mais. Me contive, tentei abstrair, porque aquilo não era nada demais, não? Sim, na cabeça de todos, menos na minha. Meu problema é o seguinte, o que faço enquanto a moto ficar novamente parada na concessionária? Puta que pariu, tem quase quatro meses que ela saiu de lá, após cinco meses de tortura, caminhando até o escritório com as malditas pedras na vesícula. Bom, pelo menos agora, não tenho mais vesícula, e nem pulmão. Todo o transtorno que isso me causará, nenhum dinheiro no mundo me pagará. O nervoso que sinto já não vale nem mesmo um milhão. Tomo todo cuidado do mundo porque não quero ter transtorno e me vem uma "moça", que diz não ter muita noção do veículo, que não estava acostumada pois o carro era de seu pai. Como assim não tem o costume? Como você não toma mais cuidado por se tratar de um veículo que você não sabe dirigir direito?
Sempre achei que carro automático não tivesse muito segredo, hoje descobri que isso é mentira. Talvez, o problema não seja o carro, mas o condutor em si; nesse caso, a tal "moça". Pior do que o episódio do caminhão, sim, foi muito pior. Não em termos de estragos, em relação à isso, foi bem menor. Mas a ira que tomou conta de meu ser foi muito pior, fiquei ensandecido, totalmente tomado por uma fúria. Me lembrei novamente de meu pai, agradeci diversas vezes por ele sempre me alertar para nunca comprar uma arma de fogo. Imagine a tensão dessa situação se houvesse uma arma de fogo em meu poder? Puta que pariu, ao invés de fazer um boletim de ocorrência de um acidente de trânsito, faria o de um homicídio. Para terminar com chave de ouro, quando mãe e filha resolvem partir, assim que dão a partida, noto que a luz de ré está acesa. Ops! Apenas comprovei a minha teoria, a "moça" resolveu acelerar para "estacionar", em frente a uma garagem, só que não acertou na dose. Por que não deixar o carro descer pela força da gravidade como todos fazem? Porque ela tinha que dar dores de cabeça para alguém além do próprio pai?
Aliás, até agora tento imaginar qual foi a façanha para conseguir bater na minha moto do jeito que ela fez. Engraçado que ao indagá-la sobre o que ela havia feito, a única explicação é que estava descendo, ia frear e não sabe o que houve. Interessante, nesse momento, comentei que ao invés de frear ela acelerou e indaguei em como é possível um carro automático ter descido do jeito que o dela desceu. Silêncio, um vazio de palavras, para logo em seguida surgir um "desculpa"? Desculpa a puta que o pariu, ops, a mamãe estava lá, sorry. Sinceramente, fiquei tão emputecido, que a única coisa que disse é que não queria ouvir desculpas.
Não sei a veracidade, mas por sorte, tenho bons vizinhos que não a deixaram partir. O que eles notaram, é que a tal "moça" estaria deixando o local depois de ter acertado a minha moto. A dona resolveu dizer que não tinha a intenção de fugir. Engraçado quando o carro já está praticamente partindo, não? Bom, como não vi, prefiro não julgar essa parte.
Interessante foi questionar e ela nem conseguir explicar o que realmente aconteceu. Fiquei tão louco de raiva que pedi para meu sócio pegar as informações necessárias porque não conseguia mais pensar, não tinha mais razão agindo sobre minhas mãos. Por sorte, ainda conseguia me segurar, peguei meu cigarro, me sentei para fumar e ali permaneceria se meu sócio não me pedisse para ligar a moto e ver se pelo menos o motor ainda funcionava. Menos mal, ela ligou, engasgou, quase morreu, mas estava bem.
A pior parte foi ficar ouvindo "risadinhas" da "moça" e da mãe dela, aquilo me emputecia mais e mais. Me contive, tentei abstrair, porque aquilo não era nada demais, não? Sim, na cabeça de todos, menos na minha. Meu problema é o seguinte, o que faço enquanto a moto ficar novamente parada na concessionária? Puta que pariu, tem quase quatro meses que ela saiu de lá, após cinco meses de tortura, caminhando até o escritório com as malditas pedras na vesícula. Bom, pelo menos agora, não tenho mais vesícula, e nem pulmão. Todo o transtorno que isso me causará, nenhum dinheiro no mundo me pagará. O nervoso que sinto já não vale nem mesmo um milhão. Tomo todo cuidado do mundo porque não quero ter transtorno e me vem uma "moça", que diz não ter muita noção do veículo, que não estava acostumada pois o carro era de seu pai. Como assim não tem o costume? Como você não toma mais cuidado por se tratar de um veículo que você não sabe dirigir direito?
Sempre achei que carro automático não tivesse muito segredo, hoje descobri que isso é mentira. Talvez, o problema não seja o carro, mas o condutor em si; nesse caso, a tal "moça". Pior do que o episódio do caminhão, sim, foi muito pior. Não em termos de estragos, em relação à isso, foi bem menor. Mas a ira que tomou conta de meu ser foi muito pior, fiquei ensandecido, totalmente tomado por uma fúria. Me lembrei novamente de meu pai, agradeci diversas vezes por ele sempre me alertar para nunca comprar uma arma de fogo. Imagine a tensão dessa situação se houvesse uma arma de fogo em meu poder? Puta que pariu, ao invés de fazer um boletim de ocorrência de um acidente de trânsito, faria o de um homicídio. Para terminar com chave de ouro, quando mãe e filha resolvem partir, assim que dão a partida, noto que a luz de ré está acesa. Ops! Apenas comprovei a minha teoria, a "moça" resolveu acelerar para "estacionar", em frente a uma garagem, só que não acertou na dose. Por que não deixar o carro descer pela força da gravidade como todos fazem? Porque ela tinha que dar dores de cabeça para alguém além do próprio pai?
Lutando contra a mente
Em meio a uma solidão devastadora, caminho sempre na mesma direção em busca de algo que nem mesmo sei. Simplesmente, sigo a mesma trilha, vejo sempre o mesmo horizonte, as mesmas paisagens...
Talvez seja hora de mudar de direção, seguir outros passos ou trilhar meu próprio caminho. Na realidade, já o trilho e as coisas continuam não dando certo. Nada muda, todo dia parece o mesmo, seja um dia ensolarado ou um dia tenebroso, pra mim, pouco importa.
Tudo que sonhei, que um dia pensei que talvez pudesse alcançar, não aconteceu. Falta de esforço? Talvez. Não sei dizer ao certo se me esforcei na medida certa ou se deixei a desejar. Nem sei mais o quanto ando me esforçando para as coisas darem certo.
Vivo em um mundo totalmente diferente? Será que tudo não passa de um sonho? Simplesmente uma ilusão criada por minha mente para me entorpecer e fazer com que as coisas pareçam bem menos piores que o normal? Há quem diga que realmente vivo em um sonho, outros dizem que sou duro demais com a realidade, ou pelo menos tento deixá-la assim. Mas quem é que sabe a melhor maneira para encarar a realidade? Aliás, quem é que sabe o que seria melhor pra mim?
O dia que eu descobrir, talvez fique contente, talvez fique triste por descobrir que seja algo inalcançável ou simplesmente continue na mesma utopia. Todo esse marasmo que me consome dia a dia, talvez seja resultado de tudo aquilo que deixei de buscar quando precisava. Ou será que a minha vida se resume à isso?
Não consigo acreditar que esse será meu fim, talvez nem esteja na metade do caminho. E onde terminará essa trilha? Preciso ver a luz? O que preciso para as coisas parecerem um pouco melhores? Algo é certo, mudei muitas coisas, algumas para melhor, outras para pior, mas tento melhorar a cada dia. Tento enxergar os dias de uma maneira diferente, para ver se realmente algo muda. Nem sempre percebo, o quanto as coisas mudam, com a mudança de meus pensamentos e comportamento, mas muitas vezes me sinto bem melhor. Até mesmo acordar já não é tão sacrificante quanto antes.
Ainda sinto falta da terapia, sinto falta de diversos amigos mas ao mesmo tempo não tenho muita vontade de fazer nada. Quando sinto vontade de fazer alguma mudança, desisto depois de refletir por 10 segundos, não creio que seja tempo suficiente. Não posso reclamar, tenho visto mais pessoas do que costumava ver, tenho até mesmo incentivado encontros, coisa que normalmente eu não faria. Talvez não esteja tão são quanto penso ou talvez isso seja um grito, algo que minha mente esteja tentando me dizer.
Já falei, escrevi e filmei tantas loucuras, que mesmo escrevendo um texto que iniciei de forma simples, agora, parece algo mais complexo do que poderia imaginar. Não deixo apenas a razão e meu bom senso me guiarem, na realidade, acho que nunca parei para pensar no que escrevo, simplesmente deixo meus dedos e mente agirem em conjunto lutando contra tudo. Não releio, por isso diversas vezes deixo um "errinho" aqui e outro ali. Não o faço para não mudar todo o texto, afinal de contas, de vez em quando, só quero colocar para fora algo que está me sufocando e se parar para ler, com certeza, mudarei toda a ideia. Minha razão tentará lutar para dar uma lógica ao texto, enquanto a minha alma livre tenta apenas mostrar o que ando sentindo, mesmo que de uma forma confusa.
Talvez seja hora de mudar de direção, seguir outros passos ou trilhar meu próprio caminho. Na realidade, já o trilho e as coisas continuam não dando certo. Nada muda, todo dia parece o mesmo, seja um dia ensolarado ou um dia tenebroso, pra mim, pouco importa.
Tudo que sonhei, que um dia pensei que talvez pudesse alcançar, não aconteceu. Falta de esforço? Talvez. Não sei dizer ao certo se me esforcei na medida certa ou se deixei a desejar. Nem sei mais o quanto ando me esforçando para as coisas darem certo.
Vivo em um mundo totalmente diferente? Será que tudo não passa de um sonho? Simplesmente uma ilusão criada por minha mente para me entorpecer e fazer com que as coisas pareçam bem menos piores que o normal? Há quem diga que realmente vivo em um sonho, outros dizem que sou duro demais com a realidade, ou pelo menos tento deixá-la assim. Mas quem é que sabe a melhor maneira para encarar a realidade? Aliás, quem é que sabe o que seria melhor pra mim?
O dia que eu descobrir, talvez fique contente, talvez fique triste por descobrir que seja algo inalcançável ou simplesmente continue na mesma utopia. Todo esse marasmo que me consome dia a dia, talvez seja resultado de tudo aquilo que deixei de buscar quando precisava. Ou será que a minha vida se resume à isso?
Não consigo acreditar que esse será meu fim, talvez nem esteja na metade do caminho. E onde terminará essa trilha? Preciso ver a luz? O que preciso para as coisas parecerem um pouco melhores? Algo é certo, mudei muitas coisas, algumas para melhor, outras para pior, mas tento melhorar a cada dia. Tento enxergar os dias de uma maneira diferente, para ver se realmente algo muda. Nem sempre percebo, o quanto as coisas mudam, com a mudança de meus pensamentos e comportamento, mas muitas vezes me sinto bem melhor. Até mesmo acordar já não é tão sacrificante quanto antes.
Ainda sinto falta da terapia, sinto falta de diversos amigos mas ao mesmo tempo não tenho muita vontade de fazer nada. Quando sinto vontade de fazer alguma mudança, desisto depois de refletir por 10 segundos, não creio que seja tempo suficiente. Não posso reclamar, tenho visto mais pessoas do que costumava ver, tenho até mesmo incentivado encontros, coisa que normalmente eu não faria. Talvez não esteja tão são quanto penso ou talvez isso seja um grito, algo que minha mente esteja tentando me dizer.
Já falei, escrevi e filmei tantas loucuras, que mesmo escrevendo um texto que iniciei de forma simples, agora, parece algo mais complexo do que poderia imaginar. Não deixo apenas a razão e meu bom senso me guiarem, na realidade, acho que nunca parei para pensar no que escrevo, simplesmente deixo meus dedos e mente agirem em conjunto lutando contra tudo. Não releio, por isso diversas vezes deixo um "errinho" aqui e outro ali. Não o faço para não mudar todo o texto, afinal de contas, de vez em quando, só quero colocar para fora algo que está me sufocando e se parar para ler, com certeza, mudarei toda a ideia. Minha razão tentará lutar para dar uma lógica ao texto, enquanto a minha alma livre tenta apenas mostrar o que ando sentindo, mesmo que de uma forma confusa.
Escrito ao som de Norah Jones - Until the end.
A geração Y
A geração que veio para mudar todos os conceitos da língua portuguesa, do uso dos eletrônicos e a forma como adquirir conhecimento.
A vida é cheia de revoluções e uma delas foi a tecnologia. Fato já consumado, não temos como voltar atrás. A nova geração adentrou o mundo da melhor forma possível, em termos de tecnologia. É a fase do mundo em que adquirir conhecimento é a coisa mais simples do universo.
Sim, diferente das pessoas de minha época, eles não precisam mais sair de casa para visitar uma biblioteca, tudo está disponível online, e da melhor forma possível, de graça.
É a geração com a maior praticidade do mundo, praticamente tudo que sonharem, já existe. Qualquer coisa que pensarem em aprender, eles aprendem da forma mais simples possível, basta querer.
O grande problema com toda evolução tecnológica é como procurar conhecimento. Com o provento da web, qualquer um pode criar um site, publicar diversos artigos, inclusive, diversas coisas incorretas. Sejam em regras gramaticais ou até mesmo informações falsas, diversos sites podem emburrecer nossos jovens.
Em uma discussão cheia de brincadeiras que tivemos hoje, tudo isso por causa de um "R" que fora comido no final de um verbo, levantamos a questão sobre a tal "linguagem de internet". Acredito que todos que cresceram, mesmo os velhos de minha época, acompanharam a "revolução" que a linguagem de internet derrubou praticamente todas as regras gramaticais que levamos anos para aprender.
Com toda sua forma despojada, livre de regras, as crianças, adolescentes e até mesmo adultos, escrevem da forma que bem entender, já que existe essa tal "linguagem de internet". E são realmente raros os casos onde pessoas decidem escrever de forma correta em MSN, Orkut, Facebook, twitter etc. Tudo isso porque não temos mais tempo a perder e quanto mais prático, melhor para nos comunicarmos.
O grande porém, é que em alguns casos, a "linguagem de internet" não deveria ser aplicada, já que pode modificar totalmente o sentido da frase, como no exemplo de nossa conversa. Deletar o "R" no final de diversos verbos, além de não ser algo muito agradável, pode cair no problema da seguinte frase: "Quero rolar...", não foi a frase utilizada em nossa conversa, mas é um bom exemplo onde não devemos deixar de digitar o "R". Diversas outras coisas, comumente utilizadas pela web, acabam ensinando diversas crianças de forma errada e elas, por não terem idade para distinguir certos "erros", acabam tomando isso como forma correta de escrita.
Muitos se adaptam e quando precisam escrever um e-mail de forma inteligível, conseguem, mas infelizmente, alguns, não conseguem abandonar todos os vícios da "linguagem internética". Eu mesmo tive diversos problemas no início de minha carreira porque comecei a trabalhar em uma empresa de TI. Até então, enviava somente e-mails a amigos, podia escrever de qualquer forma que eles compreenderiam. Quando passei a enviar e-mails de trabalho, mesmo não sendo para clientes externos, tentava sempre escrever corretamente e de forma extremamente legível. Tudo isso porque a forma de comunicação escrita já dá margem para diversas interpretações, imaginem escrever então com "linguagem de internet".
Para minha sorte, não foi uma luta tão complexa, depois de um certo tempo me adaptei e passei a escrever de uma forma no MSN e outra em e-mails. Depois de um certo tempo, principalmente quando comecei a escrever neste blog, passei a estudar mais a língua portuguesa pelo simples anseio de sempre escrever o melhor possível e da forma mais compreensível do mundo. Tenho em mente e ainda acredito que alguns jovens, mesmo das gerações "perdidas" ainda me acompanharão nesta empreitada.
A vida é cheia de revoluções e uma delas foi a tecnologia. Fato já consumado, não temos como voltar atrás. A nova geração adentrou o mundo da melhor forma possível, em termos de tecnologia. É a fase do mundo em que adquirir conhecimento é a coisa mais simples do universo.
Sim, diferente das pessoas de minha época, eles não precisam mais sair de casa para visitar uma biblioteca, tudo está disponível online, e da melhor forma possível, de graça.
É a geração com a maior praticidade do mundo, praticamente tudo que sonharem, já existe. Qualquer coisa que pensarem em aprender, eles aprendem da forma mais simples possível, basta querer.
O grande problema com toda evolução tecnológica é como procurar conhecimento. Com o provento da web, qualquer um pode criar um site, publicar diversos artigos, inclusive, diversas coisas incorretas. Sejam em regras gramaticais ou até mesmo informações falsas, diversos sites podem emburrecer nossos jovens.
Em uma discussão cheia de brincadeiras que tivemos hoje, tudo isso por causa de um "R" que fora comido no final de um verbo, levantamos a questão sobre a tal "linguagem de internet". Acredito que todos que cresceram, mesmo os velhos de minha época, acompanharam a "revolução" que a linguagem de internet derrubou praticamente todas as regras gramaticais que levamos anos para aprender.
Com toda sua forma despojada, livre de regras, as crianças, adolescentes e até mesmo adultos, escrevem da forma que bem entender, já que existe essa tal "linguagem de internet". E são realmente raros os casos onde pessoas decidem escrever de forma correta em MSN, Orkut, Facebook, twitter etc. Tudo isso porque não temos mais tempo a perder e quanto mais prático, melhor para nos comunicarmos.
O grande porém, é que em alguns casos, a "linguagem de internet" não deveria ser aplicada, já que pode modificar totalmente o sentido da frase, como no exemplo de nossa conversa. Deletar o "R" no final de diversos verbos, além de não ser algo muito agradável, pode cair no problema da seguinte frase: "Quero rolar...", não foi a frase utilizada em nossa conversa, mas é um bom exemplo onde não devemos deixar de digitar o "R". Diversas outras coisas, comumente utilizadas pela web, acabam ensinando diversas crianças de forma errada e elas, por não terem idade para distinguir certos "erros", acabam tomando isso como forma correta de escrita.
Muitos se adaptam e quando precisam escrever um e-mail de forma inteligível, conseguem, mas infelizmente, alguns, não conseguem abandonar todos os vícios da "linguagem internética". Eu mesmo tive diversos problemas no início de minha carreira porque comecei a trabalhar em uma empresa de TI. Até então, enviava somente e-mails a amigos, podia escrever de qualquer forma que eles compreenderiam. Quando passei a enviar e-mails de trabalho, mesmo não sendo para clientes externos, tentava sempre escrever corretamente e de forma extremamente legível. Tudo isso porque a forma de comunicação escrita já dá margem para diversas interpretações, imaginem escrever então com "linguagem de internet".
Para minha sorte, não foi uma luta tão complexa, depois de um certo tempo me adaptei e passei a escrever de uma forma no MSN e outra em e-mails. Depois de um certo tempo, principalmente quando comecei a escrever neste blog, passei a estudar mais a língua portuguesa pelo simples anseio de sempre escrever o melhor possível e da forma mais compreensível do mundo. Tenho em mente e ainda acredito que alguns jovens, mesmo das gerações "perdidas" ainda me acompanharão nesta empreitada.
Android Froyo 2.2, instalando aplicativos no cartão SD

Eu tentei mover alguns aplicativos para o cartão, mas os botões para isso ficam desabilitados para diversos deles como twitter, facebook, entre outros.
Caçando na net, descobri que existe um SDK para "brincarmos" com o Android e modificarmos para que o padrão de instalação dos aplicativos, seja o cartão SD.
Para isso, primeiramente baixe o SDK no site do Android para desenvolvedores clicando aqui. Baixei a opção com o pacote compactado, ou seja, não será "instalado" no computador. O pacote "exe", instala e baixa as atualizações necessárias. Não testei o pacote de instalação, então pode ser que ele baixe atualizações desnecessárias.
Com o pacote zipado, descompacte onde quiser e se não existir a pasta "platform-tools", execute na pasta raiz o arquivo "SDK Manager.exe", baixe apenas o pacote "Android SDK Platform-tools, revision 6", ele contém o que utilizaremos.
Conecte seu celular e o coloque em "Modo de depuração USB", para isso, basta ir em: Configurações>Aplicativos>Desenvolvimento>Depuração USB.
Agora vá até seu prompt de comando, seja pelo botão iniciar>programas>acessórios>prompt de comando ou em iniciar>executar e digite cmd.
Com o prompt aberto, vá até a pasta onde descompactou todo o pacote, procure a pasta "platform-tools" e digite "adb.exe", no meu caso, ele aparentemente não fez nada, mas por via das dúvidas, melhor seguir os passos.
Em seguida, digite "adb shell" para entrarmos no shell para execução de comandos.
Agora, basta digitar o comando "pm setInstallLocation 2", lembre-se de respeitar as letras maiúsculas e minúsculas e pressionar enter.
Pronto, agora você conseguirá mover todos seus aplicativos para seu cartão SD. Como ainda não li muitos artigos sobre Android, não sei se funcionará com qualquer versão, acredito que sim, mas é bom sempre dar uma lida antes. A versão utilizada foi a Froyo 2.2, a única coisa que li até agora é que isso funciona somente nas versões 2.2 do Android. Só para ajudar alguns mais perdidos, meu celular é o Samsung Galaxy 5.
Fonte: Mundo Zoom.
Link para o post aqui.
Felicidade?
O conceito de felicidade, do grego... É, algumas coisas andam melhorando, outras se mantém da mesma forma e algumas nunca mudarão. Mas no saldo geral, posso dizer que ando um pouco mais feliz que antes. Se arrumei uma namorada? Comprei uma casa? Ganhei um carro? Não.
Há muito poucas coisas que gosto de fazer hoje em dia, além de escrever e filmar, faço sempre questão de estar com a família e tenho feito isso constantemente. Inclusive, nessa semana, apesar de nem todos terem ido ao espetáculo do Marco Luque, foi algo bem bacana que fiz essa semana.
Na realidade, a unidade de medida aqui, não deveria ser a felicidade e sim a falta de estresse. Só pelo fato de ter decidido não me estressar mais, as coisas já mudaram bastante. Claro, em diversos momentos tenho que pensar muito antes de dizer algo ou tomar algumas atitudes. Até mesmo para responder um simples "bom dia", tenho pensado. Isso tudo porque sempre fui o cara que demonstrava tudo que sentia, se o dia estivesse péssimo, o mantinha assim até o final do expediente, da vida. Se não houvesse um grande motivo para me alegrar, não fazia a mínima questão de tentar, notei que isso afetava demais meu humor e principalmente meu estresse. Era multiplicado por 1000 quando não tentava me animar durante o dia, parecia que não passaria e agora vejo que as coisas estão totalmente diferentes.
Essa decisão de tentar não me estressar mais, veio em um bom momento, não está muito fácil lidar com isso mas bem mais do que imaginei. Adotei diversas filosofias interessantes como a do "foda-se", "não sei", mas é claro que moderadamente. Não deixo de cumprir as missões mas agora faço as coisas no meu tempo, não me mato desnecessariamente. Agora utilizo muito algo que aprendi na terapia e não conseguia utilizar, primeiramente processo a informação antes de responder.
Há muito poucas coisas que gosto de fazer hoje em dia, além de escrever e filmar, faço sempre questão de estar com a família e tenho feito isso constantemente. Inclusive, nessa semana, apesar de nem todos terem ido ao espetáculo do Marco Luque, foi algo bem bacana que fiz essa semana.
Na realidade, a unidade de medida aqui, não deveria ser a felicidade e sim a falta de estresse. Só pelo fato de ter decidido não me estressar mais, as coisas já mudaram bastante. Claro, em diversos momentos tenho que pensar muito antes de dizer algo ou tomar algumas atitudes. Até mesmo para responder um simples "bom dia", tenho pensado. Isso tudo porque sempre fui o cara que demonstrava tudo que sentia, se o dia estivesse péssimo, o mantinha assim até o final do expediente, da vida. Se não houvesse um grande motivo para me alegrar, não fazia a mínima questão de tentar, notei que isso afetava demais meu humor e principalmente meu estresse. Era multiplicado por 1000 quando não tentava me animar durante o dia, parecia que não passaria e agora vejo que as coisas estão totalmente diferentes.
Essa decisão de tentar não me estressar mais, veio em um bom momento, não está muito fácil lidar com isso mas bem mais do que imaginei. Adotei diversas filosofias interessantes como a do "foda-se", "não sei", mas é claro que moderadamente. Não deixo de cumprir as missões mas agora faço as coisas no meu tempo, não me mato desnecessariamente. Agora utilizo muito algo que aprendi na terapia e não conseguia utilizar, primeiramente processo a informação antes de responder.
Assinar:
Postagens (Atom)






